Escola cria salas de aulas 100% conectadas

O livreto saiu do papel e entrou no mundo virtual, possibilitando uma nova e rica experiência de aprendizado. Com a mudança na visão, várias escolas estão investindo recursos em inovação como um parceiro de instrução. Esse fator pode ser um diferencial na aprendizagem dos jovens. Saber mais!

A partir de 2020, o Colégio Poliedro, em sua unidade de São José dos Campos (SP), espera mudar de orientação com o uso do Sistema Interativo de Aprendizagem (SIA), que torna as salas de estudo 100% associadas por meio de iPads e quadros digitais. A mudança é agora uma realidade para 80 subestudos de avaliação.

O cliente aborda o quadro com os esclarecimentos e notas do instrutor através do seu melhor tablet de caneta da classe. O professor, portanto, pode ver o bloco de notas do PC do aluno continuamente, endireitar os exercícios e fazer anotações, da mesma forma que guardiões e familiares podem confirmar o desenvolvimento nos exames.

A coordenação também seleciona a melhoria dos shows de forma produtiva. “Acordos inovadores estão se tornando progressivamente significativos, fortalecendo novas técnicas de substâncias e considerando a expansão de métodos de aprendizado”, diz Carlos Eduardo Lambert, facilitador da Escola Primária Poliedro.

A educadora de geometria, Petala Augusto, lida com os obstáculos do estudo através da SIA. “Eu direciono os iPads de classe para a substância de trabalho proposta e examino todas as telas sem um momento de atraso. Isso me permite lidar com a substância e a lucratividade de todos os estudiosos independentemente”, ele personifica.

Com o ativo, o professor também compartilha as técnicas de pensamento crítico expostas pelos estudos secundários, com maior proficiência com os outros. “Facilmente, posso transmitir a tela para toda a turma, poupando tempo nas práticas de sondagem e incluindo o subestudo na conversa”, diz Petala.

A plausibilidade do controle, a eficiência no compartilhamento de metodologias, entre diferentes vantagens, permitem ajudar separadamente, crescendo estratégias de exame progressivamente eficazes.

title: Tecnologia aliada à educação

O avanço da inovação e o consequente acesso à Internet mudaram e mudaram várias partes da vida de indivíduos, tanto nas escolas, quanto especialistas e indivíduos. Um relatório contínuo da Matific, uma empresa de tecnologia israelense, descobriu: 91% dos subestudos são estimulados a examinar progressivamente no caso de poderem usar telefones celulares. Seja como for, esse treinamento é efetivamente normal? Descubra em nosso artigo!

Apesar de esse número ser alto, muitos instrutores ainda estão preocupados com a utilização de itens inovadores nas secretarias das escolas. Menos da metade deles, cerca de 40%, precisa de gadgets para trabalhar, exercitar e reunir trabalhos pela web.

Árbitro de aprendizagem

O instrutor, nesse novo cenário, precisa deixar de lado os exercícios mais mecânicos, para se transformar em um meio de aprendizado, um provocador e um guardião da substância, criando técnicas educacionais de meio e meio que unem métodos da web e instruções desconectadas. Dessa maneira, os sub-estudos terão a opção de criar aptidões para explorar e examinar o processo de configuração da tarefa, mostrando informações especializadas, socio-apaixonadas e inventivas.

Quem o coloca em treinamento

Essa era a possibilidade da organização de Belo Horizonte, Mind Makers. Conforme indicado por Paulo Alvim, responsável pela disciplina de Pensamento Computacional da organização, a motivação por trás de seu empreendimento era consolidar Inteligência Artificial e Internet das Coisas na Sala de Aula Inteligente. Dessa forma, o material utilizado dentro da classe está associado à Internet – e entre si. Portanto, sua resposta foi planejada para ser invadida por subestudos. “Funciona como um impressionante laboratório de criação de computadores, onde todos podem investigar arranjos complexos, programar razoavelmente e lidar com a imaginação computadorizada”, diz ele.

De qualquer forma, apesar da consolação de vários estágios, os novos destaques em nenhum momento substituem ou devem limitar os possíveis resultados da aprendizagem por meio de diferentes faculdades, seja pelo contato com a natureza, seja pela investigação de diversos tipos de articulação e incitação ao conhecimento. . . “É essencial compreender a ênfase na inovação incorporada em todas as partes, não como um dispositivo ou ordem segregada e desassociada do cenário geral da preparação, por mais aclimatada da natureza”, diz Arno Krug, CEO da Sphere International School quadro interativo nas escolas.

Atualmente, para ele, o momento é atualizar a compreensão e compreender o motivo da utilização da abordagem. No final do dia, equilíbrio é a palavra de ordem para mudanças nas instruções!